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Instituto de Pesca apresenta ao MPA projeto para aumentar consumo de pescado



Por Antonio Carlos Corrêa


A matéria abaixo de nosso comentário, foi publicada originalmente no site www.agricultura.sp.gov.br.

E nosso comentário é simples e rápido.

A matéria que se segue, é clara e mostra a agilidade, o poder de articulação que tem o setor aquícola ou... "agro-aquícula", termo que talvez eu tenha criado agora.

Em nenhum momento do projeto citado na matéria, se fala em pesca extrativista ou sequer se menciona os representantes deste setor como integrantes e participantes, sequer como ouvintes! No meu, quase cego ver, isso mostra a necessidade urgente de modernização do setor extrativista, não só em equipamentos mais também em seu discurso e articulações geopolíticas em nosso território, o tal "agro-aquícula", pensa e projeta suas ações para os anos vindouros, 05 10 anos na frente, tem dados de produção, sabe a necessidade de novos mercados que devem ser abertos ou conquistados e para isso, não se iludam, a pesca extrativista está no radar, quanto menos peixes do mar, maior o mercado para o cultivo!

E não pensem que é perseguição, caso pensado, nada disso! É mercado, sobrevive o mais organizado o que planeja suas ações e metas, políticas e comerciais, simples assim!

Leiam a matéria e entendam


Para estimular o consumo do pescado como alimento nutritivo e saudável, o Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, apresentou, na última quinta-feira (13), o projeto Pescado para Saúde no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em Brasília. A reunião visou buscar o apoio do governo federal para o desenvolvimento das ações.


Segundo o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, o programa é de referência para o setor. “O grupo nos trouxe um importante projeto para valorizar o pescado que pode subsidiar, futuramente, ações em âmbito nacional”, destacou.


Durante o encontro em Brasília, o ministro e os técnicos do MPA também receberam informações sobre as potencialidades das demais pesquisas desenvolvidas na APTA, por meio do IP, em benefício da cadeia produtiva do pescado.


Além do ministro, participaram a secretária nacional da Aquicultura, Tereza Nelma, e técnicos do MPA. Pela equipe do projeto estiveram presentes o coordenador geral e professor da Universidade de São Paulo (USP), Daniel Lemos, o gerente executivo, Rafael Coelho, a coordenadora de Comunicação e diretora-geral do IP, Cristiane Neiva, o coordenador de parcerias, Vander Bruno, e a pesquisadora do IP Thaís Moron.


Projeto

A relação entre pescado e saúde é o tema central do projeto – integrante do Núcleo de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP) – desenvolvido por um consórcio de instituições e viabilizado no âmbito de edital da Fapesp, que objetiva estimular o consumo do pescado como alimento nutritivo e saudável. Estão no projeto o Instituto Oceanográfico da USP, o IP, a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


Participam também empresas brasileiras como Polinutri e Neogen, e estrangeiras como Biomar (Noruega), Veramaris (Países Baixos), Lesaffre (França) e AquaHana (Estados Unidos). Entre os órgãos governamentais estão a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag) e a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). O projeto conta ainda com Albert G. J. Tacon – autoridade no tema e atuante em vários países – como pesquisador visitante.


A missão do Núcleo é promover e aumentar o consumo de pescado, incluindo produtos de aquicultura fortificados nutricionalmente, como uma alternativa saudável de alimento. Segundo Cristiane Neiva, a luta das ações do projeto é contra a epidemia de obesidade, doenças coronárias e males associados existentes no Estado de São Paulo e no país.


Na proposta apresentada ao MPA, o Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde explorará e aproveitará as qualidades de cada instituição parceira, incluindo o mandato e as conexões com centros de pesquisa e extensão governamentais para esclarecer os benefícios à saúde humana no aumento do consumo de pescado. “Os dados e as informações gerados pelo Núcleo contribuirão para o consumo mais consciente de pescado no Estado de São Paulo e subsidiará políticas públicas, com soluções inovadoras à valorização do pescado como alimento e ao conhecimento dos seus efeitos benéficos à saúde, por parte da população em geral, assim como na aplicação de políticas públicas e recomendações dietéticas de pescado para o consumidor”, explica a coordenadora de comunicação do grupo e diretora do IP.


Acesse o site do projeto para conhecer mais ações.

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