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Durante quase trinta anos uma enorme área estava fechada para a pesca da piramutaba



Durante quase trinta anos uma enorme área compreendida entre as fronteiras do Brasil e Guiana Francesa à divisa do Pará com o estado do Maranhão. estava e fechada para a pesca da piramutaba (Brachyplatystoma vaillanti)


Em um esforço conjunto com armadores paraenses o Presidente do SINPESCA (Sindicato das Indústrias de Pesca dos Estados do Pará e Amapá) Apoliano Oliveira do Nascimento, e após negociações incansáveis com a SAP, conseguiu abrir essa importante área de exclusão para a pesca da piramutaba (Brachyplatystoma vaillanti)


A piramutaba é um dos peixes mais importantes do estuário amazônico.

Segundo o presidente do SINPESCA, Apoliano Nascimento, “não poderíamos deixar de estar muito felizes e otimistas com o novo cenário, já que o papel do sindicato sempre foi representar a atividade econômica patronal da pesca paraense realizando, com responsabilidade, transparência e respeito ao meio ambiente, toda articulação e defesa da categoria, que vinha esquecida em suas demandas, sempre fundamentadas em números e na notável experiência de nossos mestres.”


O presidente do SINPESCA disse que ninguém mais que os seus associados têm interesse na sustentabilidade da pesca. “Por isso reclamamos tanto contra os ‘achismos’ que, por anos, nortearam as decisões de gabinete, sem a menor validação por parte de quem respira a atividade há décadas”, acrescenta.


“A pesca é viável, sim, e precisa ser sustentável. A classe produtiva só tem a comemorar a demonstração de compromisso da Secretaria de Aquicultura e Pesca com a definitiva profissionalização de nossa atividade”

"graças a adeus hoje resultado é excelente para as indústrias e armadores com um trabalho ardo de conscientização, com consulta pública, hoje mesmo com dificuldades, está se vendo uma luz no túnel, a piramutaba é um peixe que significa 60 por cento o combustível das indústrias no período de dezembro a setembro e amigo, agora é só trabalhar!

As industrias estão renovando suas plantas de manipulação para recepcionar essa importante proteína para o norte do brasil" disse entusiasmado Apoliano Oliveira do Nascimento.